quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

TEXTOS E... MEDOS



MEDO DO QUÊ?

Afonso e José eram grandes amigos, que partilhavam brincadeiras ao ar livre. Ambos adoravam a natureza e estavam sempre a pedir aos agricultores seus amigos, para não usarem pesticidas.
José nunca se esquecia de limpar, ou lavar, a fruta antes de a comer. Por sua vez, Afonso cheirava as alfaces para sentir se as mesmas continham, ou não, pesticidas que tão mal fazem à saúde.
Foi então que um dia estes dois amigos começaram a sentir qualquer coisa a aproximar-se. José gritou:
- Uma cobra!!!...
Muito admirado, Afonso perguntou-lhe:
- Estás com medo de quê?!
Ao que José respondeu prontamente:
- É uma cobra! É uma cobra! É uma cobra…” e era só o que o pobre do José conseguia dizer.
Afonso resolveu ajudar o amigo, informando-o:
- Sabes… as cobras já aqui habitavam antes de nós cá chegarmos. Este é o seu habitat e território. E nós apenas o estamos a invadir!
José, ainda cheio de medo, perguntou:
- Mas como é que tu sabes isso?”
Ao que Afonso respondeu prontamente:
- José! Tu não lês livros? Ou não vês programas de televisão sobre a natureza? É assim que eu me informo!
E foi desta forma que José ultrapassou o seu medo por cobras. Ele compreendeu que temos que respeitar a natureza e o meio ambiente.


Miguel Garção Pires

TEXTOS À SOLTA




Se eu fosse uma gotinha de água


Se eu fosse uma gotinha de água,
Dava grandes mergulhos,
Desde o céu até ao mar,
E estava sempre a brincar.

Se eu fosse uma gotinha de água,
Metia-me numa garrafa de água;
Para estudar melhor o corpo humano,
E saía na urina.


Se eu fosse uma gotinha de água,
Queria estar num aquário,
Ver o peixe a nadar de um lado para o outro,
E brincar com as pedras do fundo do aquário.


Se eu fosse uma gotinha de água,
Queria fazer experiências com coisas,
Fazer sumos para beber no Verão,
E estaria sempre fresca na geleira.

Mas o que é certo,
É que eu adoro ser quem sou,
Afinal isto era se eu fosse
UMA GOTINHA DE ÁGUA!

Miguel Garção Pires

ANIMAIS EM VIAS DE EXTINÇÃO



BI DO LINCE IBÉRICO

Nome comum: Lince ibérico
Nome científico: Lyns pardinus
Classe: Mamíferos
Ordem: Carnívoros
Família: Falídeos
Distribuição geográfica: Península Ibérica
Habitat: Serras do centro, sul e sudoeste da Península Ibérica
Características: Tem pernas sólida das quais as de trás são notavelmente mais compridas do que as da frente, tem garras grandes, uma cabeça relativamente pequena e uma cauda muito curta (11 a 13 cm). O pelo é comprido e espesso, de fundo pardo ou arruivado com manchas negras bem definidas, tem penachos nas pontas das orelhas e pêlos faciais alongados que se tornam especialmente notáveis no Inverno e que podem estender-se num rufo completo.
Peso: Macho - 85 a 110 cm; fêmea - 84 a 88 cm
Gestação: cerca de 3 meses
Número de filhotes: 1 a 5, mas normalmente 2.
Tempo de vida: 13 anos.
Alimentação: come coelho bravo. Havendo falta de coelho come veados jovens, muflon, pato, outras aves e, possivelmente, raposas.
Revestimento: Pelo com pêlos.
Reprodução: Sexuada.
Dentição: 28 dentes assim distribuídos - Incisivos 3/3, caninos 1/1; pré-molares 2/2; molares 1/1
Maturidade: Machos - depois dos 33 meses; Fêmeas - depois dos 21 meses.
Estatuto: Espécie em perigo de extinção


Pesquisa feita por:
Inês Carvalho
Maria Inês Romero
Mariana Batalha

Ricardo Nunes

APRESENTAÇÃO

Hoje iniciamos o nosso blogue! Somos alunos do 4,º ano, turma A, da EBI André de Resende - Agrupamento n.º 2 de Évora.

Esperamos que gostem do que aqui vamos fazer!